Não foi o que eu pensava
Estar aqui, prestes a talvez abrir mão de tanta coisa, não foi o que eu pensava nem o que eu sonhei.
Eu aprendi que é melhor estar cercada de pessoas que possam ser boas do que por pessoas que eu talvez não tenha nenhum gosto em comum. Tenho pensado bastante sobre isso.
Eu dei a cara a tapa, eu só não esperava que ela fosse tão forte.
Sei que tenho uma dificuldade em escrever coisas belas e positivas, mas minhas maiores inspirações são quando estou, de fato, mal, na merda. Ou seja lá como devemos chamar isso.
Tento pensar positivo e fazer coisas positivas, mas é extremamente difícil, apesar de sentir que, de fato, não tenho mais para onde correr dessa vez.
Oras, devo abrir mão de tudo e aceitar viver na rua sem a gata? logo eu, tão radical e inteligente?
A menina, tão bonita. Posso ainda dizer que sou bonita? E quando voltei a desconfiar?!
Eu acho que confiei demais nas pessoas. A sorte ainda está em volta de mim, mas as pessoas me decepcionam e ainda mostram a pior face pra mim. Mas tento não me abalar, mesmo que seja impossível não sentir algo.
Voltar é uma opção? talvez seja. Mas eu não pretendo voltar. Não importa o instituto, não importa se vai ser agora ou daqui a 6 meses, eu tenho que ficar e tentar, pois quero e quis estar aqui desde antes.
É doloroso, solitário, hostil, deprimente.
Meu Deus, não quero escrever tantas coisas negativas, mas minha nossa, que dificuldade! Eu mesma me meti nessa? O que foi que eu fiz? Achei mesmo que seria capaz de manter os péssimos hábitos que criei?
Ao mesmo tempo, que vontade de perseguir o sonho que esqueci. Eu vivi o amor, só pra descobrir que, de fato, não se vale a pena deixar de viver por ele.
Pra descobrir que, de fato, preciso da minha vida de volta. Expresse ela a revolução ou não.


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