Lavando o cabelo no frio e poemas antigos.

 Pelo título parece ser algo tão simples, Não é? 

Eu em especial gosto de lavar o cabelo no frio, e também gosto de escolher quando usar os parágrafos. 

Realmente prefiro nem descobrir se estou usando errado, haha, apesar de gostar de escrever deve ser por isso que não gosto da redação do enem, eu gosto de controlar o que faço.


Hoje eu lavei o cabelo no frio, eu gosto de dormir com ele húmido, é estranhamente confortável. 

Isso me lembra de qualquer coisa que ao fazer sabemos que pode machucar ou nos incomodar, mas você faz mesmo assim. 

É como eu lavando o cabelo em uma noite fria antes de dormir sabendo que posso ficar meia adoentada. 

Eu faço e é confortável, por mais que possa até parecer ruim eu não sinto quando a água fria bate na minha cabeça, mas eu nunca sei realmente se vou acordar bem amanhã.


Eu tenho me sentido assim. De certa forma observando os padrões eu sei que provavelmente não vou adoecer, mas e quando isso acontece em outras áreas da vida?!


Eu não gosto de incertezas, não gosto de como me fazem sentir, incerteza é horrível. 

Às vezes quando gosto de alguém eu sinto que é como quando eu lavo o cabelo no frio. Eu não sei como vou estar no outro dia pela manhã.

Eu aprendi como as pessoas são imprevisíveis e complexas, e cada vez mais isso me parece mais complicado. 

De certa entregar sua afeição e consideração a alguém e talvez até criar expectativas é um caminho sem volta. Muitas vezes apenas o que você pensa pode influenciar nos seus sentimentos (como eu disse no último post, o cérebro não sabe diferenciar o que é real do que não é), o que faz até mesmo das expectativas e ilusões algo perigoso.

Eu só espero apenas ser mais pé no chão com as pessoas, eu sempre soube que não existia ninguém perfeito, mas até as minhas próprias expectativas baseadas nos meus próprios desejos são algo difícil de controlar. Talvez eu deva só trabalhar a minha própria mente e não esperar muito dos outros, eu já aprendi que tudo é incerto, tudo que podemos está em fazer a nossa parte.


Mesmo postando isso e até tendo compartilhado o link do blog algumas vezes eu escrevo isso para ninguém, apenas escrevo e posto coisas bonitinhas que eu penso e sinto. 

Não espero que muitas pessoas leiam, inclusive é meio difícil hoje em dia, apenas faço como se fosse um livro, ou um diário mais simples. Meu diário de verdade escrevo apenas em inglês ou uso como planner, então posto umas coisinhas bonitinhas que alguns podem ler aqui.

Na verdade, nem tenho mais o link no instagram do blog, justamente pra me sentir mais confortável. 


Estarei lendo Alice no País das Maravilhas, pela primeira vez lendo um livro em inglês, talvez eu poste um review aqui depois. :)

Aqui vai alguns poemas que fiz no DOC antes de voltar a escrever: 


Para quem.


Pra quem falar ?

Talvez eu devesse largar tudo e virar escritora. 

Talvez desse mais certo.

Eu gosto de falar,mas não realmente de falar com a minha voz. 

Tenho muitas ideias e muitos pensamentos, posso fazer de uma frase um capítulo inteiro.

Por isso talvez eu me saísse melhor nisso que em outras coisas. 


É estranho. As vezes não entendo meus próprios pensamentos. 

Talvez eu devesse voltar a escrever um blog. 

Talvez eu devesse tentar transformar alguns sentimentos em poemas, mas poemas bonitos. 

Afinal eu evito escrever coisas negativas no meu diário, mas acabo eternizando algumas coisas aqui. 

Apesar que elas nem são tão negativas assim quando as escrevo.

Mas é legal ser famosa. Ao menos vai ter alguém pra ver o que você posta as vezes. 

Talvez eu volte com o blog.

Talvez alguém leia se eu o fizer. 


As vezes eu me pergunto qual seria a reflexão poética que alguém teria sobre mim. 

E eu realmente fico curiosa sobre isso.

Deveria soar bonito,ou talvez não.

Tudo que eu sei é que não consigo fazer uma reflexão externa de mim mesma, e de certa forma não importa o que outra pessoa tem a dizer.




XXI.


Se as coisas fossem diferentes e vivêssemos em outra época eu provavelmente seria uma grande garota leitora.


Eu ainda leio, e pretendo ler. 

Mas é mais difícil no século XXI, com tantas outras distrações, correrias e coisas pra fazer.

Mas por um momento me bateu uma falta de ler. 


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